sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Quarto infantil por Cyntia Sabat

Projetado para um casal de irmãos












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Pendurest: uma nova experiência


PostUmBrinco
Na hora de comprar uma roupa, você experimenta. Na hora de comprar uma pulseira, você experimenta. E na hora de comprar uma obra de arte para a sua casa, um investimento muito maior e que dura para sempre, você no máximo imagina como vai ficar.
Bom, se for uma pintura da Suzanna Schlemm ou uma foto da Verônica Fraga, você pode experimentar também. Porque nós duas acabamos de lançar um grupo no Facebook que pendura os quadros na parede da sua casa ou escritório, só para você ver como é que fica. É o Pendurest.
É muito fácil de experimentar! Veja como funciona:
1) Escolha o trabalho:
Dê uma olhada nas pinturas e fotografias disponíveis na nossa página. Gostou de alguma? Ótimo.

2) Envie a sua foto:
Tire uma foto da parede da sua casa ou escritório e poste no Pendurest, informando qual trabalho você gostou (procure fotografar a parede em questão bem de frente).
3) Receba de volta a foto do ambiente com o trabalho “pendurado”:
A gente faz a montagem digitalmente e te devolve a foto que nos enviou com a  pintura ou a fotografia que escolheu para você ver como fica, sem compromisso. Veja alguns exemplos:

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Gostou? Então escolha o seu trabalho e mande a sua foto. Os cinco primeiro clientes do Pendurest que comprarem um trabalho assim ganham 10% de desconto.
Preços sob consulta.  Para ver a página do grupo com as pinturas e fotos disponíveis clique em: https://www.facebook.com/groups/penduranaparede/
PS: No começo somos apenas nós duas, mas em breve o Pindurest terá novos artistas. Aguardem.
Pendurest
Contato:
veronicavfraga@gmail.com
suzannaschlemm@gmail.com

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quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Halloween em Nova York

Foto selecionada para o Salão Jauense Internacional de Arte Fotográfica (2008)



Tirada em um sítio de maçãs de Lichfield (New England) em Connecticut.

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Um lugar para sonhar

Editorial de Veronica Fraga para o Blog do Hotel Pequena Suécia


Quando estive pela primeira vez no Hotel Pequena Suécia, percebi alguma coisa mudar em mim. Foi surgindo devagarzinho e quando me dei conta, já tinha acontecido. Era a primeira vez que me sentia em casa, num hotel maravilhoso. Sensação deliciosa e bem diferente.  

Para começar, o lugar fica no sopé da serra das Agulhas Negras e é cercado por uma natureza deslumbrante!  Aos poucos, fui tomada por uma intensa alegria. Tudo me parecia familiar e me deixava muito à vontade. Primeiro, porque que me encontrava em contato com a natureza, o que sempre me fez muito bem.

A vida toda fui muito sintonizada com o verde, a serra, o campo... Mas era ela lá e eu aqui, na urbe. O máximo que conseguia imaginar, até então, era  viver no mato quando ficasse velhinha.  A sociedade incute coisas na cabeça da gente que não são nossas. Tipo: “jamais vou me acostumar a uma vida longe da metrópole”! Não é verdade! E nós só aprendemos a separar o joio do trigo com a maturidade. Ainda bem que temos essa chance! De repente, estava eu ali, num lugar sonhado como algo distante e me sentido em casa.
 
Experimentei uma espécie de confusão temporal entre presente e futuro, sonho e realidade. E a partir daquele momento, decidi que queria muito viver naquele lugar. Só que, desta
vez, o mais rápido possível. 
 
Curiosa, comecei a tentar descobrir o que me causava essa sensação tão boa.  E segui fazendo meu inventário. 
                                                                
Percebi um conjunto de fatores.
O lugar era decorado com muito bom gosto e personalidade. Nada de alto luxo! Muito melhor! Eu diria “novo luxo”. Em cada canto e recanto se via o esforço de criar beleza a partir das coisas simples. Além disso, tinha muito afeto contido nessa beleza. 
Havia também um contraste muito interessante entre objetos e móveis de época originais (que devem valer muito) com outros customizados, e muito artesanato.

Enfim, peças únicas. Um bom exemplar do estilo hi-lo, para usar a linguagem da moda, que vem fazendo a cabeça dos mais antenados.

O hotel tem apenas 18 chalés e suítes - o que o distingue de outros que têm dezenas, tipo “linha de produção” característica dos grandes hotéis. O que os deixam meio sem fisionomia e sem estilo.

No Pequena Suécia, não. Cada um é diferente do outro. E estilo é o que não falta! Está no patchwork das almofadas, nas clarabóias, nos lustres e abajures, por todo o canto. Todos têm lareiras e salinhas de estar integradas ao quarto. Do mais barato ao mais caro (Chalé do Príncipe).

De qualquer lugar que você olhe, a paisagem é sempre bela, pois a composição entre chalés, natureza, piscina, paisagismo, mimos e restaurante foi feita com muito equilíbrio.




Sem falar nos detalhes que, sem querer, a gente se perde admirando, como as folhas secas caídas no teto de vidro.  




Lá, a gente sente o cheio do bolo saindo do forno à tardinha, o aconchego da roupa de cama macia e limpinha, como as que temos em casa, vê flores e vasinhos por todos os cantos e ouve o canto dos passarinhos, enquanto faz uma sauna, trabalha no laptop ou assiste filmes na TV.

Não é preciso sair para comer, nem ter que encarar um self  service impessoal dos serviços de “pensão completa” porque tem restaurante com um excelente cardápio à la carte, onde podemos saborear deliciosas iguarias, bem preparadas e saudáveis. 


Pode escolher se prefere comer do lado de dentro ou de fora do rastaurante.



Depois relaxar num perfumado banho de banheira aromatizado, ou com as massagens e terapias do Spa Santo Ócio (esse nome é um achado!).



Tem lugar para fazer piquenique, como antigamente, um domingo no campo, trilhas para caminhadas a pé ou de bike por cachoeiras e outros paraísos escondidos de Penedo . 
Uma atmosfera familiar e acolhedora, que nos traz boas lembranças de infância, toma conta do lugar. 
O conforto é moderno, o resto é personalidade e tradição preservada que faz a gente respirar história daqui e da Suécia, em todos os detalhes: nas vestimentas das copeiras, nos pratos típicos do cardápio, nas guloseimas do café da manhã, nos móveis antigos, nos objetos, nas delicadezas...

É indescritível o prazer de acordar, olhar para cima e ver as árvores cruzando o céu azul nos dias de sol, depois tomar um farto e saboroso café da manhã - com biscoitinhos de canela e panquequinhas feitas na hora, e sentar para trabalhar no computador com a janela escancarada para uma vista deslumbrante! A paz, o cheiro das plantas, a cor da piscina sempre limpa... Não tem preço! 
E na noite de Natal ter o privilégio de jantar com o show de uma harpista do naipe de Cristina Braga, numa casa de jazz que fica dentro do hotel, não é o máximo?


Ou ainda, depois de se acabar de dançar numa festa de réveillon e assistir a uma queima de fogos de cair o queixo, acordar no dia seguinte com um farto brunch ao som de violino (ao vivo) e uma dupla de sopranos, interpretando desde música clássica aos clássicos da música pop!  Uhauuuu! É a visão do paraíso!

Faça sol ou faça chuva, tudo ali tem poesia. O que realmente importa está lá e nos é transmitido pelo dom de quem sabe dar significado às coisas materiais e aprendeu a resgatar a tradição e a beleza, sem perder de vista  o essencial.
Ainda não decifrei todo o mistério. Cada vez que pego a estrada e chego ao Pequena Suécia, descubro um pouco mais.  Afinal, ele é o primeiro hotel de Penedo, tem quase um século de história, experiência e tradição!
A minha casinha já está sendo providenciada lá mesmo, nos arredores.

Publicado em 1 de fevereiro de 2012 no Blog do Hotel Pequena Suécia (Penedo -RJ)
Editorial 
Veronica Fraga (editora do blog)

Produção Oficina Pixel.

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